Cinco aspectos deveriam
ser considerados na escolha de uma luminária portátil
1
- A Medida da Luz é Lux
Lux é a medida de iluminamento ou iluminância. Do ponto
de vista prático de iluminação é o que
interessa, pois mede o iluminamento, a quantidade de luz que chega
numa superfície num objeto, num cenário, etc.
A
especificação correta das luminárias deveria
ser a iluminância, ou seja, a quantidade de luz, ou melhor,
de Lux que você está comprando.
2 - O que Comprar: Lux ou Watts?
Assim como, quando comprando combustível para o nosso carro
estamos desejando Litros de gasolina e não km/litro. Ao comprarmos
uma lâmpada deveríamos desejar Lux e não
Watts.
Watts é uma medida de consumo elétrico, luz se mede
com LUX. As câmeras pedem LUX para “ver” a cena.
Nas especificações de todas as câmeras contam
de quantos LUX elas necessitam para fornecer uma imagem com uma determinada
qualidade (relação sinal-ruído).
3
- Ângulo de Iluminamento – Ângulo de Meia Potência
A
definição útil de ângulo de iluminamento
deveria ser o ângulo correspondente ao limite de um “stop” do
diafragma da câmera. Como cada “stop” de diafragma
corresponde a metade da luz, assim o ângulo de iluminamento
deveria ser o ângulo correspondente à metade da luz
ou à +/- um “stop” de diafragma.
Imagine,
por exemplo, uma cena constituída de uma entrevista
de rua, com duas pessoas (repórter e entrevistado), com a
câmera situada a 2 metros de distancia.
A luminária a ser utilizada nesta cena deverá ter
um ângulo de iluminamento mínimo de 52º para garantir
que a cena esteja toda contida num mesmo diafragma.


4
- Geometria da Luz - Relação de Aspecto da Área
de Iluminamento
A Relação de Aspecto na TV Digital passa dos atuais
4:3 para 16:9, o elemento sensor da câmera obviamente também
muda para 16:9 e com isso a área a ser iluminada também
deverá acompanhar esta mudança. A PROLITE já tem
um sungun e uma luminária de tripé, o ProLite TV e
o ProLite SuperTV, na relação de aspecto 16:9 para
essas novas câmeras.
5 - A Luz de Alta Fidelidade
Observando os 2 diagramas conclui-se que a irradiação
de 5600K está perfeitamente centrada no espectro visível,
ao passo que a irradiação de 3200K está centrada
fora da faixa, privilegiando as cores vermelhas.
Fica
evidente que uma luz de 5600K possui todas as cores do espectro
visível, de uma forma mais equilibrada. O
resultado é que uma cena iluminada com 5600K resultará em
mais fidelidade do que aquela iluminada com 3200K.

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